Temer na cadeia Aécio na cadeia

Temer na cadeia Aécio na cadeia
Copiem e colem em seus perfis

terça-feira, 31 de maio de 2016

IDIOCRACIA

IDIOCRACIA

Meu coração
De aflição
Já está senil
Minhas lágrimas
Sob este céu de anil
Nada sabem das esgrimas
No véu mórbido das águas
Não senti a dor
De morrer no mar
Afogados
Sem clamor
Sem nada mais para amar
Sem calor
Sendo obrigado a calar
Até o condor se esconde
Boiam corpos aos montes
Sem flor
Imigrantes
Oito mil
Nenhum ator
O que eram antes?
Fugitivos errantes
Herdeiros do caos
E da estupidez
Na febre do ódio
Na beira do cais
Exprimidos
E oprimidos
Esperando a sua vez
Dentre explosões e guerra
Correria, sangue e terra
Há tragédia em lutar e fugir
Milhões deveriam ter razões
Mais fortes que canhões
Mas se perdem em refrães
Em nome de Alá
Mohamad, valquírias
Ou sei lá
Esperando um paraíso de terror
Estouram meninas-bomba
Que nem sabem orar
Meninos embebidos
Em lavagem-cerebral
E ninguém faz nada
Pela guarda cultural
Em nome de um Deus-pastor
Todos morrem e matam
Totalmente sem valor
Mesmo budista e ateu
Entra na lista macabra
O mundo todo é fariseu
Até à última cabra
Não existe Samaria
Mas, não se estanca essa sangria
O homem é um animal em extinção
Em seu peito tem pedra
E mora um negro escorpião
À morte celebra
Com cada estúpido ritual
Sob drogas
De ervas
Que enervam o brutal
Se existisse, o que Jesus faria?
A mesma idiocracia

Aroldo Historiador
31/05/2016

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ONG divulga foto de criança emigrante afogada para alertar UE

31. MAIO 2016 - 01:08


Foto cedida pela ONG Sea-Watch mostra um membro da equipe de resgate carregando um bebê morto durante operação de resgate em frente à costa líbia
(afp_tickers)
Envolvida em operações de resgate de emigrantes no Mediterrâneo, a ONG alemã Sea-Watch decidiu, nesta segunda-feira, divulgar a foto de uma criança afogada para alertar a União Europeia (UE) - explicou a organização em uma nota.
"Se vocês não quiserem ver essas imagens, parem de produzi-las!", afirmou a ONG, no texto de divulgação dessa foto, que mostra uma pequena criança negra nos braços de um dos membros da Sea-Watch, a bordo de uma embarcação.
"Essas imagens trágicas devem ser vistas pela sociedade europeia, porque as tragédias são consequência da Política Externa europeia", diz a organização.
O texto não traz qualquer informação sobre o menor.
A foto divulgada nesta segunda foi tirada durante uma operação ao longo da costa líbia, em 27 de maio, após o naufrágio de um barco com cerca de 350 pessoas a bordo.
"Muitos deles já estavam mortos depois que a equipe Sea-Watch chegou", lamenta a organização, acrescentando que "a gravidade da situação exige a publicação" dessas fotos.
"No rastro desses acontecimentos terríveis, fica claro que os apelos dos políticos europeus para pôr fim a essas mortes no mar são apenas palavras", condena o fundador da ONG, Harald Höppner, citado na nota.
No comunicado, a organização também pede à "sociedade civil" que pressione as autoridades europeias a agir.
No domingo (29), na Itália, o porta-voz do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (Acnur), Federico Fossi, disse temer que quase 700 emigrantes, entre eles mais de 40 crianças, tenham morrido na semana passada em três naufrágios no costa líbia.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

PM embriagado invade ciclofaixa e atropela dois ciclistas em Teresina

PM embriagado invade ciclofaixa e atropela dois ciclistas em Teresina
Catarina CostaDo G1 PI

Ciclistas foram atropelados por motorista embriagado (Foto: Divulgação/PM) 


Vítimas tiveram ferimentos leves e foram socorridas pelo Samu no local.

Segundo o coronel, teste de alcoolemia comprovou embriaguez do condutor.

Um motorista invadiu a ciclovia e atropelou dois ciclistas na Avenida Raul Lopes, Zona Leste de Teresina, por volta das 20h desse sábado (28). Segundo o coronel Costa Lima, do 5º Batalhão, o condutor foi identificado como um policial militar, que estava dirigindo embriagado e teria perdido o controle do veículo.

"Apesar do susto, as vítimas tiveram ferimentos leves, foram socorridas pelo Samu e em seguida levadas para o Hospital de Urgência de Teresina. Elas passam bem e conseguiram transferência para um hospital particular da capital. Já o PM foi detido no local do acidente e encaminhado para a Central de Flagrantes", informou.
Motorista de atropelamento foi identificado como
policial militar (Foto: Divulgação/PM)

O coronel revelou que ao ser conduzido para o distrito, o motorista fez teste de alcoolemia e o exame deu positivo, comprovado a embriaguez do policial. Após autuação, ele foi levado para o presídio militar, onde responderá pelo atropelamento e processo administrativo.

O condutor foi identificado como Jerry Wendel Santana Silva, soldado lotado no batalhão de Esperantina e que estava de folga em Teresina. O G1 entrou em contato com a Corregedoria da Polícia Militar, mas não teve retorno das ligações.

sábado, 28 de maio de 2016

FORÇA DE SEGURANÇA CHEGA A FORTALEZA E GOVERNADOR TERÁ QUE DAR EXPLICAÇÕES SOBRE REBELIÕES



http://aroldopacoti.blogspot.com.br/2016/05/forca-de-seguranca-chega-fortaleza-e.html

FORÇA DE SEGURANÇA CHEGA A FORTALEZA E GOVERNADOR TERÁ QUE DAR EXPLICAÇÕES SOBRE REBELIÕES 

Por: EMMANOEL GOMES - Especialista em Política

Tropas nacionais chegam a Fortaleza para conter rebeliões em presídio, a pedido de Camilo Santana que deverá se explicar no Ministério da Justiça. 

 Força Nacional chegou nesta quarta-feira, dia 26, em Fortaleza

As tropas da Força de Segurança Nacional chegaram, nesta quinta-feira, dia 26, em Fortaleza, depois de uma solicitação do atual governador do Estado, Camilo Santana, e autorizada pelo ministro da justiça, Alexandre de Moraes. Eles vieram ao Ceará para atuarem no controle das rebeliões que estão ocorrendo nas penitenciárias da região metropolitana da capital. O reforço é composto de vinte viaturas e dois ônibus, que se deslocaram da cidade de Gama, no Distrito Federal. Além de atuarem no controle dos conflitos penitenciários, eles trabalharão na recuperação das unidades que já foram destruídas pelos próprios internos.

As ações que deverão ser desenvolvidas serão discutidas entre as tropas e os representantes estaduais do Governo do Estado, da Polícia Militar e Civil, Ministério Público Estadual, Ordem dos advogados (OAB), Décima Região Militar e Defensoria Pública do Estado.

A Força Nacional é composta por membros das Polícias Civis e Militares, Perícia Forense, Corpo de Bombeiros e está sob a coordenação da Secretaria Nacional de Segurança Pública, que é subordinada ao Ministério da Justiça e Cidadania.

As rebeliões nos presídios cearenses foram iniciadas depois que os agentes prisionais decretaram greve e proibiram a visita dos familiares, nos finais de semana. O fato foi suficiente para que os detentos promovessem uma completa destruição das estruturas das unidades, com móveis, cadeiras e armários danificados e queima de colchões em várias celas. Foram registrados conflitos entre os detentos. A Secretaria de Justiça e Cidadania do Estado confirma a morte de 18 pessoas. De acordo com o juiz corregedor prisional, César Belmino, o número chega a 23. Dos dados oficiais, somente oito foram identificados. Os outros dez corpos estavam carbonizados e tiveram a identificação realizada por meio de exame de DNA.

Governo do Ceará deverá dar explicações ao Ministério da Justiça

Diante da solicitação de envio da tropas da Força Nacional ao Ceará, o governador Camilo Santana deverá dar explicações Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão subordinado ao Ministério da Justiça e que é presidido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski. O pedido, elaborado pelo magistrado, foi encaminhado ao Departamento de Fiscalização do Sistema Carcerário e visa obter informações sobre a situação atual e quais foram as medidas que estão sendo adotadas. De acordo com o que for informado, novas estratégias deverão ser estabelecidas. O Conselho classifica a situação prisional do Ceará, atualmente, como de extrema gravidade. 

Além disso, o Ministério Público Estadual anunciou que vai iniciar uma investigação sobre o episódio por recomendação da Procuradoria Geral de Justiça (PGR). Segundo o procurador Plácido Rios deverá haver uma reunião com o governador do Estado e o secretário de Segurança Pública, Hélio Leitão, para que medidas sejam adotadas a fim de se restaurar o clima de tranquilidade a todo o sistema prisional. Uma das primeiras providências será a análise mais rápida de todos os pedidos de liberdade provisória que ainda se encontram pendentes.


quarta-feira, 25 de maio de 2016

Eduardo Bolsonaro apresenta projeto de lei que criminaliza o comunismo


http://aroldopacoti.blogspot.com.br/2016/05/eduardo-bolsonaro-apresenta-projeto-de.html
Eduardo Bolsonaro apresenta projeto de lei que criminaliza o comunismo

O projeto de lei 5.358/2016 criminaliza a utilização de símbolos como a foice e o martelo e ainda acrescenta ao conceito de crime “fomento ao embate de classes sociais, quando cometidos com a finalidade de provocar terror social.”


O deputado federal Eduardo Bolsonaro PSC-SP protocolou na tarde de hoje, 23 de maio de 2016, um projeto de lei na Câmara dos Deputados que representa uma mais do que simbólica demanda para os brasileiros. O projeto de lei de número 5.538/2016 altera a lei de racismo que já criminalizava a utilização da cruz suástica para a propagandização do nazismo. Se aprovado esse projeto, a utilização da foice e do martelo com fim de divulgar o comunismo também será crime. Além da lei de rascimo, o projeto visa a alterar a recente aprovada lei do terrorismo, ampliando o seu conceito  
“Art. 2º O terrorismo consiste na prática por um ou mais indivíduos dos atos previstos neste artigo, por razões de xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia e religião, ou de fomento ao embate de classes sociais, quando cometidos com a finalidade de provocar terror social ou generalizado, expondo a perigo pessoa, patrimônio, a paz pública ou a incolumidade pública.”
Abaixo reproduzimos as justificativas do projeto:
JUSTIFICAÇÃO
Os regimes comunistas mataram mais de 100 milhões de pessoas em todo o mundo e mesmo assim, agremiações de diversas matizes, defendem esse nefasto regime, mascarando as reais faces do terror em ideais de igualdade entre as classes sociais.
O que ocorre, na verdade, é o contínuo fomento de formas subliminar, velada ou mesmo ostensiva, da luta entre grupos distintos, que se materializam em textos jornalísticos, falsas expressões culturais, doutrinação escolar, atuações político-partidárias dentre outras, sempre com a pseudo intenção da busca pela justiça social.
Em nome desses “ideais” os adeptos dessa ideologia estão dispostos a tudo e já perpetraram toda a sorte de barbáries contra agentes do Estado que objetivaram neutralizar sua “causa”.
No Brasil, especialmente nas décadas de 1960 e 1970, muitos integrantes de grupos criminosos justificaram inúmeros atos terroristas por, em tese, se oporem ao chamado regime militar, bradando lutar por democracia, quando, de fato, tinham por escopo implantar a “ditadura do proletariado”.
A mentira é o oxigênio desses canalhas travestidos de idealistas do bem comum.
Onde for possível repetem, incansavelmente, mantras que distorcem a realidade da história e manipulam o inconsciente coletivo vendendo a ideia da perfeição do comunismo e a satanização de tudo que a ele se contraponha.
Alguns países já proíbem em seu ordenamento legal a ideologia e mesmo o uso de símbolos que fazem referência a esse perverso regime, como Polônia, Ucrânia, Lituânia, Geórgia e Moldávia.
No Brasil, mesmo antes do auge dos atos terroristas contra o Estado, movimentos deflagrados em 1935 nos estados de Pernambuco, Rio Grande do Norte e no Distrito Federal já delineavam as reais intenções dos comunistas.
Em 1952, o Deputado Humberto Moura (UDN/CE) propôs a criação da Medalha de Mérito anticomunismo por meio do Projeto de Lei nº 1.857.
No mesmo ano, o Deputado Dario de Barros (PTN/SP) apresentou o Projeto de Resolução nº 163 para criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar a amplitude da penetração comunista no País e alertava que os órgãos mais representativos da imprensa sistematicamente chamavam a atenção das autoridades para o perigo de um movimento de sublevação da ordem planejado por elementos comunistas.
Mas os comunistas não se resumiram a praticar assaltos a bancos e quartéis, sequestros, explosões e mortes de todo o tipo. Foram além. Seus ideais se ramificaram nos meios acadêmicos, jornalísticos, sindicais, políticos e artísticos.
Em 1961, o Deputado Mendes de Moraes (PSP/DF), apresentou o Projeto de Lei nº 3.016 visando a repressão e defesa contra a implantação e propaganda do regime comunista. Em sua justificativa afirmava a incontestável ameaça sobre Brasil e todo o Continente Americano, em razão do que ocorrera em Cuba e da influência e ajuda ostensiva da U.R.S.S. e da China.
Cabe destacar que muitos que defendem as premissas comunistas são, de fato, pessoas bem-intencionadas, mas os que estão à frente desse levante não. Usam da mentira para iludir e manipular a boa-fé de inocentes úteis ao seu projeto de poder.
Quantos jovens já não se encantaram pelo discurso apaixonado do “professor” de história e entregaram seu vigor engajando-se na defesa de uma sociedade mais justa? Quantos já não se questionaram do papel das Forças Armadas no cumprimento de seu dever constitucional, em passado próximo, ao lerem as matérias atuais de alguns meios de comunicação? Quantos já não se comoveram ao verem seu ídolo, artista, músico, apresentador relatando o terror da tortura? Não cabe defesa à tortura, mas esta, se ocorreu, não precedeu ao terrorismo. O contrário é verdadeiro. O Estado brasileiro teve de usar seus recursos para fazer frente a grupos que não admitiam a ordem vigente e, sob esse argumento, implantaram o terror no país.
Os militares, em especial, e os demais agentes públicos cumpriram sua missão tendo seus eventuais excessos apurados e punidos como de praxe se faz na caserna. O Poder Judiciário nunca foi alijado do acompanhamento das questões relativas ao seu mister.
A democracia brasileira, ainda que careça de aperfeiçoamento, permitiu que essa ideologia comunista se estabelecesse formalmente. Permitiu que uma presidente fosse eleita mesmo sendo egressa de grupos que praticaram o terrorismo no Brasil, ainda que para isso tenha usado, aos moldes de seu antecessor, o recurso da mentira iludindo e manipulando a população.
Esses governos, a todo tempo, tentam implantar suas falácias na consciência coletiva. A exemplo da Comissão Nacional da Verdade que, ao analisar apenas um lado da história, tratou os “guerrilheiros” de modo glamoroso, transformado apenas os militares e demais agentes do Estado em criminosos.
Os mesmos que defendem e exaltam Fidel Castro, Che Guevara, Carlos Lamarca, Carlos Marighella, dentre outros facínoras sanguinários, são os que se escandalizam com referências ao Coronel Carlos Alberto brilhante Ustra.
O Coronel Ustra atuou no DOI-CODE, órgão oficial do Estado de repressão ao terrorismo, em 1970. Em 1969, Marighella publicou seu “Manual de Guerrilha”, que ensinava como matar, roubar, sequestrar, praticar atentados contra militares… É hora de dar um basta. O Comunismo é tão nefasto quanto o Nazismo e, se já reconhecemos em nosso ordenamento jurídico a objeção ao segundo, devemos também fazê-lo em relação ao primeiro.
Como sabemos, em todos os países governados sob o regime comunista, não existe liberdade de imprensa, opiniões, religiões e até mesmo de ir e vir, como se constata, por exemplo, em Cuba.
Algumas iniciativas nas redes sociais trazem propostas nesse sentido e se mobilizam para conscientizar e angariar apoio popular. Há petições públicas como a do endereço eletrônico “PL ANTI-COMUNISMO” (http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR80626) e do site “O BRASIL CONTRA O COMUNSMO” (http://www.anticomunismo.tv.br/).
Na mesma direção, propomos a alteração em duas leis em vigor no Brasil.
A primeira delas é a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989 e suas posteriores modificações, que define crimes de discriminação e preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional, além de punir a fabricação, comercialização, distribuição ou veiculação de símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz suástica ou gamada para fins de divulgação do nazismo. No mesmo intento, propomos o acréscimo da represália ao fomento do embate de classes sociais e a proibição do símbolo da “foice e martelo” ou outros em alusão favorável ao comunismo.
A segunda é a Lei nº 13.260, de 16 de março de 2016, que versa sobre o terrorismo, onde sugerimos alterações para criminalizar a apologia a regimes comunistas como atos preparatórios ao comunismo, suprimindo a exceção feita às manifestações políticas, aos movimentos sociais, sindicais etc. que, por vezes manipulados, depredam o patrimônio público e praticam o terror com suas ações para divulgar seus propósitos.
Cabe aqui destacar, que defendemos, e assim a legislação já permite, a livre manifestação pacífica de qualquer natureza, desde que respeitadas as normas legais para a manutenção da ordem pública.
Por fim, a proposta que apresentamos tem por finalidade dar um basta na manipulação mentirosa perpetrada há anos por políticos profissionais que iludem pessoas bem intencionadas e distorcem fatos históricos, ocultando o que verdadeiramente está por trás das falácias comunistas, onde seus regimes mataram milhões de inocentes e promoveram incontáveis atentados. Nesse sentido traz a discussão do parlamento tema de alta relevância, calado pela “ditadura do politicamente correto”, mas que deve ser debatido para que a verdade liberte nossa sociedade e nos conduza para a ordem e o progresso.
Sala das Sessões, em 23 de maio de 2016.
EDUARDO BOLSONARO Deputado Federal – PSC/SP
https://tercalivre.com/2016/05/23/eduardo-bolsonaro-apresenta-projeto-de-lei-que-criminaliza-o-comunismo/

terça-feira, 24 de maio de 2016

Temer anuncia confisco da poupança

Temer anuncia confisco da poupança


O governo provisório de Michel Temer (PMDB), nesta terça (24), anunciou o confisco da poupança do pré-sal denominada Fundo Soberano.
Essa reserva foi criada em 2008, no governo Luiz Inácio Lula da Silva, cujo saldo chega a R$ 2,4 bilhões.
A poupança soberana era constituída pela sobra do superávit primário que existia naquele momento e com royalties do petróleo.
Além do confisco da poupança, Temer e o ministro interino da Fazenda, Henrique Meirelles, anunciaram medidas para acalmar o mercado especulativo. Dentre elas, o “confisco” de R$ 100 bilhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que serão devolvidos ao Tesouro Nacional, isto é, reduzindo a capacidade de financiamento da produção.
O golpista Temer também reforçou a intenção de reduzir investimentos na saúde e na educação, limitando o orçamento, visando formar superávit para o pagamento de juros aos bancos.

domingo, 22 de maio de 2016

MinC voltou e fica a lição de como se deve lidar com Temer

MinC voltou e fica a lição de como se deve lidar com Temer
Foto de capa: Jornalistas Livres

O ministro da Educação anunciou pelo Twitter que o Ministério da Cultura será recriado pelo presidente ilegítimo e interino Michel Temer.

É a primeira grande derrota de um governo que está mais do que completamente perdido e cujos ministros já anunciaram diversas coisas pela manhã e tiveram de recuar à tarde.

Entre elas, a interrupção do Minha Casa Minha Vida, cortes no Bolsa Família e aposentadoria aos 65 anos.

Mas esse recuo não é isolado.

É um volta-atrás do governo como um todo que atinge duas iniciativas que se complementam.

A primeira é a da diminuição do Estado. Quando Temer fecha ministérios, isso aponta para uma desestatização geral. E abre as portas para a privatização de bancos públicos e da Petrobras, por exemplo.

A segunda tem a ver com o que o MinC tem de simbólico. Ao fechá-lo, busca-se interditar o campo da cultura e seus incômodos. É na área da cultura que se elaboram as críticas e as reflexões que tendem a incomodar o establishment.

Há quem vá dizer que o fato de Temer ter recuado no caso do MinC é uma derrota para a resistência ao golpe.

Enganam-se.

O mundo da cultura ganhou e mostrou ao Brasil que o presidente interino, além de ilegítimo, é fraco.

E isso é tudo o que Temer não queria mostrar.

Porque, com a volta do MinC, cresce o ânimo de quem quer a volta de Dilma e da democracia.

As lutas ficam mais fortes quando contabilizam vitórias. A vitória do MinC é de quem lutou e não de quem recuou.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Sob Temer, dólar disparou e bolsa despencou. O que deu de errado?

http://aroldopacoti.blogspot.com.br/2016/05/sob-temer-dolar-disparou-e-bolsa.html

Sob Temer, dólar disparou e bolsa despencou. O que deu de errado?

por Esmael Morais

 Tudo, exatamente tudo que os “feiticeiros” previam numa eventual gestão de Michel Temer deu errado. Abstraindo se é golpe ou não, a situação econômica piorou muito em apenas uma semana. O dólar continua nas alturas e a bolsa de valores rasteja no chão.
Evidentemente, os golpistas acreditam que liquidando os ativos — leia-se o patrimônio dos brasileiros, como as estatais — e acabando com os programas sociais, tais como Bolsa Família, FIES, e políticas públicas como SUS, darão uma satisfação ao mercado – leia-se bancos – dizendo que terão dinheiro para pagar os juros.
Para engabelar os mais desavisados, numa luta ideológica sem trégua, a mídia golpista agora fala em rombo bilionário deixado por Dilma Rousseff para justificar a retirada de direitos adquiridos ao longo das últimas décadas, a exemplo da aposentadoria no tempo certo, etc.
Temer e seu banqueiro Henrique Meirelles são um pouco mais — no sentido de ruindade — do Joaquim Levy, já enxotado do Palácio do Planalto.
Não estaria passando da hora de as forças vivas da sociedade, da produção fabril à produção intelectual, parar numa histórica greve geral para exigir “Fora Temer” e eleição já?
Por vias das dúvidas, neste sábado (21), em Curitiba, haverá um protesto pelo “Fora Temer” às 15 horas na tradicional Boca Maldita.
Resposta da pergunta no título: tudo deu errado e tudo tem para agravar mais a crise, pois a fórmula Temer-Meirelles é a recessão; o modelo golpista é o mesmo que desgraçou Grécia e Espanha, por exemplo; alguém já viu o neoliberalismo produzir algum emprego no mundo?

Tudo, exatamente tudo que os “feiticeiros” previam numa eventual gestão de Michel Temer deu errado. Abstraindo se é golpe ou não, a situação econômica piorou muito em apenas uma semana. O dólar continua nas alturas e a bolsa de valores rasteja no chão.
Evidentemente, os golpistas acreditam que liquidando os ativos — leia-se o patrimônio dos brasileiros, como as estatais — e acabando com os programas sociais, tais como Bolsa Família, FIES, e políticas públicas como SUS, darão uma satisfação ao mercado – leia-se bancos – dizendo que terão dinheiro para pagar os juros.
Para engabelar os mais desavisados, numa luta ideológica sem trégua, a mídia golpista agora fala em rombo bilionário deixado por Dilma Rousseff para justificar a retirada de direitos adquiridos ao longo das últimas décadas, a exemplo da aposentadoria no tempo certo, etc.
Temer e seu banqueiro Henrique Meirelles são um pouco mais — no sentido de ruindade — do Joaquim Levy, já enxotado do Palácio do Planalto.
Não estaria passando da hora de as forças vivas da sociedade, da produção fabril à produção intelectual, parar numa histórica greve geral para exigir “Fora Temer” e eleição já?
Por vias das dúvidas, neste sábado (21), em Curitiba, haverá um protesto pelo “Fora Temer” às 15 horas na tradicional Boca Maldita.
Resposta da pergunta no título: tudo deu errado e tudo tem para agravar mais a crise, pois a fórmula Temer-Meirelles é a recessão; o modelo golpista é o mesmo que desgraçou Grécia e Espanha, por exemplo; alguém já viu o neoliberalismo produzir algum emprego no mundo?

quinta-feira, 19 de maio de 2016

ENTREVISTA AO FOLHA DO NORTE

http://aroldopacoti.blogspot.com.br/2016/05/entrevista-ao-folha-do-norte.html

ENTREVISTA AO FOLHA DO NORTE

Entrevista on-line do "Jornal Delfos" do Ceará ao colunista "Fábio Oliva", do jornal "Folha do Norte", de Minas Gerais.
Fábio Oliva é jornalista investigativo e ganhou um prêmio da BRAJI por bravura.

Esta é a 2a entrevista do Jornal Delfos.

Escolhemos o Folha do Norte por ser um jornal comunitário, assim como nós, só que com jornalistas bem mais experientes na área, dentre eles se destaca Fábio Oliva, que nos concedeu entrevista via e-mail em 28 de maio de 2010.

Fábio ficou famoso por apurar denúncias que puseram a baixo o cargo de vários prefeitos de sua cidade. Hoje ele faz parte da ABRAJI, Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, e tem se destacado a cada dia, tanto que foi citado pelo jornal O Povo, num curso sobre contas públicas, como exemplo de como um jornal comunitário pode mudar a História.

Então, vamos à entrevista que este grande jornalista nos concedeu:

Ateu Poeta:
1: _ Sabemos que sempre houve ataques a jornalistas, mas não na mesma proporção que hoje em dia. Na America Latina está acontecendo inclusive de assassinatos freqüentes, às vezes a equipes inteiras.

O "Jornal Delfos" ficou sabendo que você também já foi alvo de agressões, por causa do seu trabalho no jornal "Folha do Norte", conte-nos um pouco como isso ocorreu e por quê.

Fábio Oliva:
Eu estava a caminho do Ministério Público, onde entregaria uma série de fotografias que mostravam a presença de trator da Prefeitura de Januária arando terras da fazenda do ex-prefeito Valdir Pimenta Ramos.
Quando estava sobre o passeio em frente ao Fórum de Januária, saíram detrás de uma caminhonete três irmãos advogados.
Eles se revesavam na ocupação de funções públicas ligadas à área jurídica no município e, nessa qualidade, alguns deles foram responsáveis pela emissão de pareceres jurídicos com datas retroativas ou emitidos no bojo de licitações sabidamente fraudulentas. Esses fatos já haviam sido divulgados por mim no jornal Folha do Norte.
Dois deles estavam armados de revólveres. Fugi do local na garupa de uma motocicleta que passava e cujo piloto me ajudou. Como não houve disparo, os três advogados responderam a um processo criminal perante o Juizado Especial Cível.
Fizeram transação penal, ou seja, trocaram o processo pelo pagamento de uma multa. Cada um pagou R$ 600,00 a três entidades filantropicas e tudo ficou por isso mesmo. É a vida.

AP: 2 _O "Folha do Norte" assim como o "Jornal Delfos" trata-se de um jornal comunitário. Segundo relato do jornal "O Povo", você conseguiu derrubar alguns gestores no município onde o seu jornal funciona. O jornal "O Povo" chamou você de jornalista investigativo, inclusive existe uma "Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo".

Gostaríamos de saber como se deu o caso das investigações sobre os tais prefeitos corruptos e qual a diferença de um jornalista comum para um jornalista investigativo.

FO: Primeiro é preciso esclarecer a razão do surgimento do jornal Folha do Norte. Quando criamos a ONG de combate à corrupção em Januária/MG, não conseguíamos emplacar uma matéria na mídia existente.
A TV local e duas rádios pertencem à família do ex-deputado federal "sanguessuga" Cleuber Carneiro. A rádio comunitária pertencente a uma entidade social, o Serviço de Promoção do Menor (Servir) quase não podia nos dar espaço, porque dependia de aproximadamente 20 funcionários da prefeitura, entre professores e outros, para poder funcionar.
Um jornal, o Tribuna do Vale, pertence a um cunhado do ex-prefeito João Ferreira Lima (um dos cassados). O outro jornal, "A Voz do Povo", é mantido em nome de "laranjas" mas, de fato, pertence a um ex-secretário de Fazenda que ficou milionário em sua passagem pela prefeitura. Dai tivemos que criar um jornal para dar voz às ações de combate à corrupção.

A diferença básica entre um jornalista investigativo e os demais é a seguinte: Normalmente o jornalista divulga notícias do cotidiano.
O jornalista investigativo acaba produzindo a própria notícia e não apenas relatando fatos do dia a dia. Ele investiga, escarafuncha, garimpa informações as mais dispersas, junta provas, concatena fatos dispersos, até chegar a uma conclusão.
Às vezes uma reportagem dessas, por seu alto grau de complexidade, demora semanas, meses e, às vezes, até anos para ser concluída. É um misto de trabalho policial, de investigador, com o trabalho de jornalismo.

AP: 3_ O jornalismo é uma profissão muito arriscada, principalmente, hoje em dia. Nesse mês, inclusive, houve um ataque a um jornalista cearense em Juazeiro do Norte quase fatal.

Gostaríamos de saber, o que levou você a ser jornalista. Por que você escolheu esta profissão?

FO: A verdade é que quem se dedica ao jornalismo não escolhe a profissão. A profissão é que o escolhe. A vocação de servir, o desejo de ser útil a um número indeterminado de pessoas e causas vem primeiro.
Depois é que a pessoa escolhe como vai se dedicar a isso, emprestando um pouco do seu tempo e talento a essas coisas e causas. Alguns então se dedicam ao voluntariado, outros o jornalismo.
Mas há, por exemplo, quem escolha ser um "médico sem fronteiras", ou "advogado sem fronteiras" e assim por diante.
Meu avô era escritor. Como não sabia datilografar, fazia os manuscritos e eu os datilografava. Assim tive contato com as letras bem cedo. Gostei e nunca mais parei. Comecei no jornalismo como revisor no antigo "O Jornal de Montes Claros". Tinha de 16 para 17 anos.
Depois fui promovido a "foca", atuei nas editorias de cidade e política. Mais tarde fui assessor de imprensa da Associação Comercial e Industrial de Montes Claros; correspondente do jornal "Diário do Comércio", de Belo Horizonte e, em 2007, tive a felicidade de ter uma de minhas reportagens escolhidas para representar o Brasil no "Prêmio Ipys de Jornalismo Investigativo".

AP: 4_ Houve no Brasil há algum tempo uma ação de proibição aos jornalistas sem diploma de atuam na área. Até um projeto de lei nesse âmbito foi para a última instância de votação no Supremo Tribunal Federal, que, no fim, foi anulada por ser julgada inconstitucional.

Saiu no programa "Observatório da Imprensa" da "TVE-Brasil" que nos Estados Unidos existem curso de mestrado em 2 anos para jornalistas não formados na área. Já no Brasil, não existe isso, contudo, existem cursos on-line de capacitação.

Gostaríamos de saber o que você pensa a respeito. Você acha que deveria existir esse curso de mestrado para jornalistas não formados no Brasil?

FO: Não duvido que a academia possa ser extremamente útil ao aperfeiçoamento de quem tem vocação e escolheu o jornalismo para profissão. Mas jamais fará de alguém que não tem vocação, que não tem o jornalismo no sangue e a determinação de sê-lo nas ventas, um bom jornalista.
Sou favorável a duas coisas:
1) que seja preservado o direito de quem já exerce a profissão há muitos anos de continuar a exercê-la, independentemente de diploma; e 2) que sejam criados mecanismos capazes de possibilitar a graduação de quem já exerce a profissão sem diploma e deseje se graduar.
Uma legislação que não preveja estas duas possibilidades consistiria em uma novatio legis in pejus. Ou seja, numa nova lei que traria prejuízos se aplicada a fatos anteriores. Tal coisa é abominável.
Há por esse país inteiro milhares de jornalistas não formados que exercem com dignidade e profissionalismo o ofício, sustentam suas famílias e desempenham papel de excepcional importância para a sociedade.
Como também há jornalistas bandidos. Isso ocorre em todas as profissões. Também há juízes bandidos, advogados bandidos, médicos bandidos e por ai vai. O diploma de jornalismo não elimina o jornalista bandido.
Há muitos jornalistas com "canudo" que são verdadeiros bandidos. Mas não há que se generalizar, nem em relação aos formados, nem aos não-formados.

AP: 5_ Por fim, gostaríamos que você deixasse aqui uma mensagem para aquelas pessoas que se interessam pela função de jornalista.

FO: É uma profissão maravilhosa. Ajudar a um número indeterminado de pessoas é uma coisa maravilhosa, qualquer que seja a profissão que lhe permita fazer isso. Mas, fazer isso através do jornalismo tem um toque especial.

Não se pode perder de vista, no entanto, que o maior ganho será sempre o reconhecimento público e profissional, a satisfação pessoal. Infelizmente é uma profissão muito mal remunerada. Quase ninguém ficará rico no jornalismo, se o praticar honestamente.


Aroldo Historiador
Presidente do Jornal Delfos
Minas-Ceará, via e-mail
Entrevista realizada com o jornalista Fábio Oliva
Em 28/05/2010

ENTREVISTA DO JORNAL DELFOS À PROFESSORA MARIA ROSIMAR BRITO ARRUDA.

ENTREVISTA DO JORNAL DELFOS À PROFESSORA MARIA ROSIMAR BRITO ARRUDA.

Rosimar Brito é pacotiense, lecionou em todas as principais escolas do município dePacoti e também na UECE.

Além da carreira de professora formada em Estudos Sociais pela UVA e com especialização em Administração Escolar, exerceu o posto de vice-direção da escola Menezes Pimentel e assumiu a diretoria de cultura, criando, nesse período, o Festival de Quadrilhas Juninas de Pacoti do qual fazia a apresentação.

Hoje, o Festival de Quadrilhas já faz parte da cultura local, sendo um dos principais incentivos do turismo cultural de Pacoti.

Ainda foi criadora da Gincana Cultural “Coruja Solidária”, quando nasceu o “Grupo Coruja”, que reunia membros de todas as equipes para encenar a saga “A coruja e os ratos” da qual Rosimar é autora e interpretou o papel da Coruja.

Na ocasião, houve uma parceria da Prefeitura com a UFC e o CeiC, com o advento do projeto “Intercâmbio Cultural” do professor Tarcísio Santiago, o qual doou uma grande hemeroteca, que, por muitos anos, se estabeleceu como parte integrante do acervo do Teatro Luís Pimenta.

Na época, a ombudsman do jornal “O Povo”, Adísia Sá, fez doação de uma biblioteca, que permanecia na escola Enéas Hortêncio.

Atualmente, Rosimar Brito ajudou a criar a APAIP e a SEMPRE, que é responsável pela implementação do Arquivo Público de Pacoti José Audísio de Sousa, o 1° arquivo público do interior do Nordeste.

Vamos à entrevista:

Aroldo Historiador: 1°- Por que você decidiu ser professora? O que há de especial no magistério?

Rosimar Brito: -Sou professora por vocação. Desde criança sempre nutri uma admiração muito grande pelo magistério que, para mim, é uma das profissões mais importantes por ajudar a formar a personalidade do cidadão.

AH: 2°- Como foi a experiência de criar uma gincana cultural, um grupo de teatro ama dor, uma associação responsável pela criação de um arquivo público, um grupo de poetas e um festival de quadrilhas em seu município?

RB:- Todos nós temos o dever de lutar por uma sociedade mais justa, participativa e igualitária. Em todas essas iniciativas nada mais fiz do que exercer o meu papel de cidadã, visando a integração de vários setores sociais.

AT:3°- Você foi homenageada com uma medalha de cidadã honorária pela Câmara municipal de Pacoti. Como você se sente sendo uma verdadeira cidadã-honorária?

RB:- A medalha do Mérito Legislativo que em 2004 me foi conferida pela egrégia Câmara municipal de Pacoti representa o reconhecimento daquela instituição pelo trabalho de cada homenageado no seio da sociedade.

Senti-me muito honrada ao merecê-la e surpresa com tal iniciativa em relação à minha pessoa.

AH:4°- Na época do “Grupo Coruja” o então governador do Estado, Ciro Gomes, conversou com vocês do grupo. Conte-nos como é propor um projeto diretamente ao governador do Estado cara a cara, de igual pra igual?

RB:- O governador do Estado nada mais é do que um representante de uma sociedade.

Para nós da Gincana Coruja Solidária propor a ele, através de um abaixo-assinado, a compra do prédio onde outrora funcionava o Seminário dos Padres Salvatorianos, foi uma iniciativa que se fazia necessária dada à necessidade de se criar espaços adequados à implantação de um Campus Universitário nesta cidade para atender à demanda da região.

Universidade Federal do Ceará foi a ponte entre Pacoti e o gabinete do governador Ciro Gomes, através do projeto “Intercâmbio Cultural”.

AH:5°- O Jornal Delfos gostaria que você deixasse uma mensagem de incentivo para aqueles que pretendem lecionar, virar cidadão honorário ou criar propostas que gerem melhorias para o seu município, tanto no aspecto físico quanto no intelectual.

RB:- Apesar da luta constante pela melhoria da qualidade de vida da população, nossa gente continua precisando de incentivo para continuar melhorando. E o profissional da educação é um dos principais instrumentos de transformação dessa realidade que se apresenta cada vez mais caótica.

É preciso acreditar, é necessário investir mais e mais nesse profissional para que ele continue a influir na mudança de paradigma da sociedade.

O município precisa cada vez mais de cidadãos conscientes de seu papel social, e, por isso, é urgente que cada um exerça o seu papel, desempenhando a sua função.

Aroldo Historiador
Entrevista concedida por meio de questionário na cidade de Pacoti-Ceará
Diretamente para o Jornal Delfos nº14.
Agosto de 2010.