Temer na cadeia Aécio na cadeia

Temer na cadeia Aécio na cadeia
Copiem e colem em seus perfis

quinta-feira, 30 de junho de 2016

BRASIL É SELEÇÃO

BRASIL É SELEÇÃO

Quem roubou um milhão?
Quem roubou um bilhão?
Quem roubou um trilhão?
Venha para o balão
Da corrupção
Brasil é seleção!
Para ser ministro
Tem que ser sinistro
Envolvimento misto
Pode ser Calisto
Ganhar aquilo e isto
E se quiser eu listo

Aroldo Historiador
30/06/2016

quarta-feira, 29 de junho de 2016

CORDEL DO CENTENÁRIO DA IGREJA DE PACOTI-CE DO POETA FANCISCO NUNES DE MOURA

CORDEL DO CENTENÁRIO DA IGREJA DE PACOTI-CE DO POETA FRANCISCO NUNES DE MOURA
















CRATO: Caldeirão, Confederação do Equador e 91 anos de Erro Histórico

CRATO: Caldeirão, Confederação do Equador e 91 anos de Erro Histórico

O Crato é mais uma cidade com a contagem errada de sua idade no Ceará. Erro de Os motivos são gerais e estão descritos a seguir.

A intensão deste artigo é a correção histórica por ser esse um dos papéis fundamentais de um historiador, portanto é isto a que se propõe o presente escrito. 

A História está repleta de erros propositais, anacrônicos, etimológicos e de desconhecimento técnico, por isso o historiador precisará da visão conjunta de diversas outras ciências, e em cima dos dados conjuntos fazer uma analogia para que se faça uma desfragmentação. 

Somente por meio da desfragmentação científica a história se tornará mais verdadeira e a História Oficial talvez um dia deixe de ser uma fraude proposital dos vencedores ou uma fraude por erro de incompetência técnico-analítica sociocultural.

“A povoação do Crato, reduto inicialmente conhecido pelos nomes de Missão do Miranda, Aldeia do Brejo Grande e Missão dos Cariris Novos, teve a seguinte evolução política:

- Elevou-se à categoria de Vila segundo Carta de 16 de dezembro de 1762;

- Instalada a 21 de junho de 1764, com a denominação de Vila Real do Crato;

- Elevada à categoria de Cidade pela Lei Provincial nº 628, de 17 de outubro de 1853.”


Analisando isto com cuidado vemos que o Crato de fato possui de fato 254 anos, porque em 1764 apenas houve uma mudança de nome e em 1854 houve apenas uma confirmação da lei anterior, portanto, a lei seguinte passa a ser nula porque já existe uma anterior dizendo exatamente a mesma coisa.

Esse erro é frequente pelo desconhecimento etimológico das palavras e desconhecimento histórico; acontece que vila tem entre os seus significados o mesmo que cidade, em Portugal e no Brasil mesmo muitos anos depois do Império. A ressignificação etimológica acaba por decorrer em anacronismo por desconhecimento técnico-histórico-etimológico. 

Mesmo tento sido considerado um país por um dia em cidade em 3 de maio de 1817, isso não anula a lei anterior porque toda cidade conta a sua idade pela primeira emancipação e não pela última, o desconhecimento dessa informação também resulta em anacronismo e por isso muitas cidades como Pacoti e Guaramiranga tendem a contar errado a sua idade pelo desconhecimento técnico também dessa informação.

Para mostrar isso mais claramente pegamos emprestado aqui o significado da palavra vila no glossário do livro “A construção do Ceará: Temas de história econômica”, do economista Cláudio Ferreira Lima (2008), página 204, parágrafo 4: 

“ VILA

Localidade com o mesmo nome do distrito a que pertence – sede distrital – e onde está sediada a autoridade distrital, excluídos os distritos das sedes municipais. Sede do termo; unidade político-administrativa autônoma equivalente a município, trazida de Portugal para o Brasil no início da colonização ( a primeira vila criada no Brasil foi São Vicente, em 22/01/1532), tendo perdurado até fins do século XIX; toda vila deveria possuir câmara e cadeia, além de pelourinho – símbolo de autonomia; termo empregado em substituição a município, pois este não podia ser empregado na colônia, ou seja, em terras não emancipadas.” 

(Lima, Antônio Cláudio Ferreira. A construção do Ceará: temas de história econômica/ Antônio Claudio Ferreira Lima. – Fortaleza: Instituto Albanisa Sarasate, 2008. 316 p. (Coleção Anuário do Ceará) ISBN 897-85-60900-00-8). 

Com “terras não emancipadas”, Ferreira Lima se refere ao Brasil, pertencente a Portugal.

“(...) A povoação de Miranda elevou-se à categoria de vila em 16 de dezembro de 1762, tendo sido instalada em 21 de junho de 1764 como Vila Real do Crato, no século XVIII, constituindo um dos mais importantes núcleos de povoamento na época colonial no interior do Nordeste. Foi tornada cidade pela Lei Provincial nº 628, de 17 de outubro de 1853.(...) ”

(...) No século XIX, já habitavam na vila do Crato famílias que enviavam seus filhos para estudar em Recife, capital da província de Pernambuco. Foi por lá que muitos entraram em contato com os ideais de independência e adoção do regime republicano no país. Assim, José Martiniano de Alencar, subdiácono e estudante do Seminário de Olinda, deflagrou o movimento republicano no conservador Vale do Cariri, a ter o Crato como palco principal. Repercutindo os ideais da Revolução Pernambucana de 1817, Martiniano "proclama" a independência do Brasil no púlpito da matriz da cidade em 3 de maio de 1817. 

Com isso, a cidade do Crato foi considerada um país por um dia. O proprietário Leandro Bezerra Monteiro, o mais importante proprietário rural do Cariri, católico e monarquista, pôs fim ao intento republicano. Os revolucionários foram presos e enviados para as masmorras de Fortaleza e posteriormente para as de Salvador, na Bahia. Entre os prisioneiros estavam Tristão Gonçalves de Alencar Araripe e Dona Bárbara de Alencar, irmão e mãe de José Martiniano. Recebem a anistia pela autoridade real posteriormente. (...) 

Em 1824 eclode em Pernambuco a Confederação do Equador. Tristão Gonçalves de Alencar Araripe mais uma vez adere ao movimento e é aclamado pelos rebeldes Presidente da Província do Ceará

Em 31 de outubro de 1825 morre em combate com forças contrárias ao movimento. Após tais acontecimentos, em Crato, assim como no Cariri, muitos se dividem entre monarquistas e republicanos. 

Entre os primeiros estava Joaquim Pinto Madeira, chefe político da Vila de Jardim e Capitão de Ordença que prendera os revolucionários, entre eles Tristão Gonçalves de Alencar Araripe . 

Com a renúncia de D. Pedro I, inimigos do monarquista aproveitam para se vingar e Pinto Madeira em sua defesa arma dois mil jagunços com a ajuda do vigário de Jardim, padre Antônio Manuel de Sousa. 

Invadem o Crato em 1832 para derrotar os inimigos políticos. Apesar de vitoriosos no começo, Pinto Madeira e Antônio Manuel sofrem reveses e, finalmente presos, são enviados ao Recife e Maranhão. Retorna ao Crato em 1834 e é condenado a forca, sentença posteriormente comutada para fuzilamento, em face do réu ter alegado sua patente militar de coronel

Tanto Tristão Gonçalves quanto Pinto Madeira dão nome a rua e bairro, respectivamente, na cidade nos dias de hoje.

Segunda metade do século XIX: Criação da Diocese, Caldeirão e outras mudanças.

No início do século XX, a cidade dividiu com o recém criado município de Juazeiro do Norte a liderança política do vale do Cariri. Joaseiro, como era conhecido, era uma localidade pertencente à Crato e seu processo de autonomia política seria encabeçado por, entre outros, padre Cícero Romão Batista.

Em 20 de outubro de 1914, é criada a Diocese do Crato pelo papa Bento XV através da Bula "Catholicae Ecclesiae". A Igreja Católica foi responsável pelo progresso material e social de Crato inicialmente, pois aí fundou o Seminário menor de São José (primeiro do Interior cearense), a pioneira cooperativa de crédito (Banco do Cariri), escolas, hospitais e a Faculdade de Filosofia de Crato, embrião da atual Universidade Regional do Caririfundada no ano de 1986. Ainda em 1914, Crato foi palco de confrontos da Sedição de Juazeiro, levante que levaria à deposição do Governador Marcos Franco Rabelo

Em 1926, o Crato ligou-se a Fortaleza, através da inauguração da estação de trem do Crato, o ponto final da extensão da Estrada de Ferro de Baturité, que teve início a partir de 1910.

Durante a seca de 1932, o Crato é um dos locais onde é instalado pelo governo estadual um dos Campos de Concentração no Ceará ou mais conhecido como os Currais do Governo. Os flagelados da seca que procuravam a ajuda do padre Cícero foram então alojados no sítio da localidade de Buriti. O campo do concentração do Crato foi um episódio marcante na História do Ceará.

Com o fim de canudos, o beato José Lourenço Gomes da Silva vem morar em Crato e, com o aval do Padre Cícero, funda a irmandade da Santa Cruz do Deserto. A primeira base desta comunidade localizava-se no Sítio Baixa Dantas. 

Em 1926 a irmandade sai deste sítio e vai para o Caldeirão dos Jesuítas. O Caldeirão de Santa Cruz do Deserto, um experimento sociorreligioso que incomodou as principais forças regionais da época, teve o seu fim em 1937 e entrou para a História do Ceará como um massacre no qual, pela primeira vez História do Brasil, aviões foram usados como objetos de arma.

O município, atualmente, mantém um padrão de vida significativo se comparado com algumas cidades não muito distantes da região do Cariri. Seu último e atual bispo, o ítalo-brasileiro Dom Fernando Panico, deu início ao processo de reabilitação do Padre Cícero, abrindo, assim, uma possibilidade para que o sacerdote seja oficialmente beatificado e, futuramente, canonizado pela Igreja Católica.”


“CRATO SURGIU EM MEADOS DO SÉC. XVIII, com o movimento ligado ao ciclo da criação de gado. Aldeamento indígena em 1740, foi em 1764 elevada à categoria de vila e, em 1853, à de cidade. Na segunda metade do séc. XIX, a expansão da lavoura do algodão foi fator de grande desenvolvimento local. 

Também se tornaram importantes sua produção de cana-de-açúcar, óleos vegetais e cerâmicas.

A cidade do Crato, que festejou seu centenário em outubro de 1953, reúne um acervo histórico dos mais ricos, que remonta à fundação da vila que a antecedeu, ainda no séc. XVIII, mais precisamente a 21 de junho de 1764, quando o ouvidor Vitorino Pinto Soares Barbosa assinou a criação da Vila Real do Crato, denominação dada em homenagem ao lugarejo português localizado no Alentejo. 

Crato, na realidade, data do séc. XVII, com as "entradas" de exploradores baianos, entre 1660 e 1680, a serviço da Casa da Torre.

Em 1911, a Lei Estadual 1.028, de 22 de julho, desmembrava do Crato o Distrito de Juazeiro. 

Em 1914, a Bula Papal de 20 de outubro criava a Diocese do Crato, sendo nomeado seu primeiro bispo, D. Quintino Rodrigues de Oliveira e Silva, que tomou posse a 25 de março de 1916.

No passado teve as denominações de Missão do Miranda, Aldeia do Brejo Grande e Vila Real do Crato.

Ao longo dessa sua existência de mais de dois séculos, o Crato testemunhou alguns episódios da maior importância para a História do Ceará. A cidade assistira, em 1817, a adesão dos seus mais ilustres filhos ao movimento revolucionário em Pernambuco.

Foi importante núcleo de povoamento na época colonial e atualmente é um importante centro industrial e entroncamento rodoviário, com excelentes perspectivas para o ecoturismo. 



Aroldo Historiador
29/06/2016
Fontes: 

Página no Facebook do Grupo Memória Histórica do Crato



(Lima, Antônio Cláudio Ferreira. A construção do Ceará: temas de história econômica/ Antônio Claudio Ferreira Lima. – Fortaleza: Instituto Albanisa Sarasate, 2008. 316 p. (Coleção Anuário do Ceará) ISBN 897-85-60900-00-8). 

segunda-feira, 27 de junho de 2016

À LUTA

À LUTA

Dessa luta
Eu não me retiro
Porque minha a força
Vem da labuta

É tanto filho da pátria
Numa pá
A intolerância resulta
No trá-trá-trá

E cada dia é mais um tiro
Que saiu pela culatra
De escopeta e de fuzil
Não é espoleta, é na lata

E acerta a cara do Brasil
Quando olho para o lado
Tem mais um corpo estendido
Assassinado

Muita gente só quer o topo
E nem sabe de que
Topa tudo por dinheiro
E deixa o país sem comer

A volta à fome faz parte do regime
Civil ou militar
É o mesmo crime
O particular se imprime

Sobre qualquer estatal
Privatizar é a palavra de lei
Fico sem ar
O que fazer eu já sei

Mobilizar
Ir contra aquele que oprime
Fazer batucada pra reclamar
Vamos juntar um milhão

Porque aturar
Esse bando de ladrão
É por tudo pra desabar
Chega de corrupção!

Vamos essa história mudar
Onde o pobre só serve
Para morar no camburão
E o preto pra escravidão

Mesmo sem algema
É visto como problema
E mandado pro caixão
Quando é ele o cidadão

Parte do elo
Então, vamos pro duelo
Com a foice e o martelo
 Criar a solução

Aroldo Historiador
27/06/2016

domingo, 26 de junho de 2016

FEITO FLECHA

http://aroldopacoti.blogspot.com.br/2016/06/feito-flecha.html
FEITO FLECHA

Teu sorriso sonhos reverbera
Ao desiderato arremessa
E feito flecha atravessa
Cada artéria do coração

Em ti tudo é frenesi
O teu corpo é canção
Que abala qualquer estrutura
Porque tua boca é a paixão em si

Que deixa sem chão
Qualquer ser são
Mesmo na noite mais dura
No Inferno, no inverno, no Céu

Ou na beira do cais
Sem sombra ou chapéu
A razão aqui jaz
Nos filamentos neurais

Tua imagem altera
Os pilares da imaginação
O universo se alitera
Sob a tua gravitação

Que causa caos
A calmaria não existe
O instinto desliza em tuas curvas
Tênues, tenazes e turvas sinfonias

Vinho tinto que insiste
Em avermelhar o sol
Quem dera, na primavera
Ser em teu seio arrebol

Aroldo Historiador
26/06/2016

sábado, 25 de junho de 2016

TAMBORES DA MOCIDADE

TAMBORES DA MOCIDADE

A tenaz tristeza
Arranca a certeza
Sonho e sentido do cantar
A saudade se infiltra
Na felicidade
Que faz o mundo suportar

Será que poderei te esquecer
E manter a sanidade?
O brilho dos teus olhos faz fenecer
Sem saber, a realidade
Não adianta paixão ter
Sem o sabor da cumplicidade

Tua beleza
Espalha a leveza
Pelos caminhos da minha cidade
Não é só questão de prazer
Mas, do coração bater
Feito os tambores da Mocidade

Aroldo Historiador
25/06/2016

terça-feira, 21 de junho de 2016

ENTREVISTA COM EVELINE PIRES

http://aroldopacoti.blogspot.com.br/2016/06/entrevista-com-eveline-pires.html

ENTREVISTA COM EVELINE PIRES


Eveline é de Pacoti-CE, pratica várias artes-marciais e ensina defesa-pessoal e karatê, arte-marcial na qual é 1ºdan ( um grau acima da faixa-preta)

Aroldo Historiador: 1- Desde quando você se interessou por artes marciais e quantas já praticou?

Eveline:_ Desde de criança sempre gostei de artes marciais vendo filmes como Bruce Lee, Chuck norris lorezo lamas, bolo Yang entre outros. 

karate, capoeira, Krav maga e Jiujitsu.

AH: 2- De quantos campeonatos você já participou e quantas medalhas já ganhou?

Eveline:_ Competição não sei ao certo, mas foram muitas.

Medalhas também não sei ao certo, pois algumas já até se perderam com o decorrer do tempo.

Mas, foram mais ou menos umas 30 medalhas e um troféu.

Não sei precisar ao certo quantas competições participei, mas passei 8 anos de minha vida competindo. Tinha ano que eu fazia muitas competições, mas também tinha ano que só fazia duas ou três competições.

AH: 3- Além de dar aulas da karatê, você também dá cursos de Defesa Pessoal, então, nos diga quais as vantagens de uma pessoa aprender defesa-pessoal.

Eveline:_A vantagem de aprender Defesa Pessoal é que além da arte e das técnicas mais apuradas, você está sempre preparado, físico e psicologicamente, para os problemas da vida. 

E não só em situações de risco, mas também em situações diárias como profissional, emocional, entre outras.

AH: 4-Você acha que artes marciais deveriam entrar no currículo escolar pelo menos uma vez por semana no ensino fundamental e médio? 



Eveline:_ Sim, desde que as autoridades competentes virassem a sua graduação no esporte e a competência do profissional e não um diploma de graduação em Educação Física, pois Educação Física não é arte marcial.


AH: 5: _Fale um pouco sobre o karatê, capoeira, Krav magá e Jiu-jitsu, o que o atrai em cada arte e qual a vantagem de se aprender mais de uma arte-marcial.

Eveline:_Toda arte marcial é boa, faz bem para o corpo e alma, mas as necessidades de cada um é que conta, e também é aquela coisa de você se sentir melhor fazendo isso ou aquilo. Isso é que conta

Mas, as artes marciais, cada uma tem suas particularidades e suas especificidades.

Pelo que já pratiquei em cada arte, percebi um pouco das particularidades de cada uma delas, é que a capoeira visa a o condicionamento físico e muita coordenação motora, além de leveza e velocidade no seus movimentos.



O karatê visa muita disciplina, coordenação motora, condicionando físico, perfeição e perícia na execução de seus movimentos, além de dar muito reflexo, concentração, e muita potência na execução de seus golpes. 


Jiu-jitsu é uma arte de luta no solo, mas é uma arte que visa muito a suavidade na execução de seus movimentos; quanto mais você se gradua e adquire mais conhecimento, mais suave se tornar na luta. É uma arte que necessita muita paciência e dedicação para chegar onde o atleta deseja.

Krav magá não é bem uma arte marcial, é um método de combate militar Israelense. Ele foi criado por um general do exército israelita que era faixa preta em várias artes marciais e tabém era pugilista, vendo as necessidades da época com as guerras que era de combate naquele tempo, ele criou esse método de combate a partir das artes marciais a qual ele era formado.

Então, surgiu o Krav magá, daí então ele implantou no seu exército que por sua vez tornou se muito eficiente para seus soldados visando a eficiência e a repercussão do que ele tinha criado, resolveu divulgar e expandir para o mundo, formando assim vários de seus soldados e autorizando eles a sair para outros países do mundo divulgando, mostrando e ensinando para que a arte fosse praticada por todos. Inclusive seus próprios filhos foi foram mundo afora pra expandir a arte.

A particularidade do Krav magá é treinar e condicionar o indivíduo preparando físico e psicologicamente para os combates do dia a dia. É uma arte muito eficiente para todas as situações, do cotidiano. inclusive pra combates na rua, como por exemplo: agressão física, furtos, roubos, assaltos e entre outras situações.

É uma arte que vale muito a pena praticar. Eu recomendo a todos.

AH: 6:_ Deixe seu contato para quem quiser aprender arte-marcial com você.

Eveline:_ Lembrando que dou aulas apenas de karatê e Defesa Pessoal, as outras artes marciais eu só prático ou já pratiquei.


085 989679912


Aroldo Historiador
15/12/2015
Entrevista realizada via Facebook

segunda-feira, 20 de junho de 2016

45 ANOS DE CHAVES E CHAPOLIN

http://aroldopacoti.blogspot.com.br/2016/06/45-anos-de-chaves-e-chapolin.html 45 ANOS DE CHAVES E CHAPOLIN 


Chapolin completa 45 anos; veja dez curiosidades do herói latino


Paulo Pacheco

Do UOL, em São Paulo


  • Roberto Gómez Bolaños como Chapolin; herói completa 45 anos nesta quinta
    Roberto Gómez Bolaños como Chapolin; herói completa 45 anos nesta quinta
"Sigam-me os bons" e "não contavam com minha astúcia" são frases que você certamente já ouviu na TV. Os bordões são de Chapolin Colorado, um dos poucos heróis latino-americanos, que completa 45 anos de sua primeira exibição na TV nesta quinta-feira (19).
Criação do comediante mexicano Roberto Gómez Bolaños (1929-2014), o herói atrapalhado, medroso e mulherengo surgiu dois anos antes da série mais famosa do humorista, "Chaves".
A data de estreia de "Chapolin" foi descoberta por fãs que compram guias de programação de TVs mexicanas dos anos 1970. Somente assim foi possível saber quando foi ao ar o primeiro episódio do herói, já que Televisa e SBT informam apenas o ano de lançamento (1970).
"Chapolin" começou como um quadro do programa "Los Supergenios de la Mesa Cuadrada", inédito no Brasil. Apesar do figurino e cenário toscos, o programa elevou a audiência da TIM (Televisión Independiente de México) e ganhou horário próprio em 1973, com episódios de 30 minutos, assim como "Chaves", quando a emissora uniu-se ao Telesistema Mexicano, formando a rede Televisa.
No Brasil, "Chapolin" (também chamado por aqui de Polegar Vermelho) e "Chaves" estrearam no SBT em agosto de 1984. Atualmente, o herói está fora do ar. No México, a Televisa produziu 48 episódios da primeira temporada do desenho animado "El Chapulín Colorado".
Sabia que Chapolin Colorado quase foi verde? E que "chapolin" é um inseto comestível no México? O herói também já insinuou que era filho de Lois Lane, a amada de Clark Kent (Super-Homem). O UOL lista dez curiosidades sobre o personagem e a série:









Reprodução
Reprodução

Chapolin é comestível

"Chapulín" (nome original do herói) é uma espécie de gafanhoto muito apreciada pelos mexicanos, que comem o inseto frito ou refogado em diversos pratos. Roberto Gómez Bolaños teve a ideia de representar o personagem como um ser pequeno e quase inofensivo, o que Chapolin costuma aparentar nos episódios. Fraco, o herói assume ser medroso, porém enfrenta seus medos e muitas vezes consegue superá-los.
Montagem/UOL
Montagem/UOL

Chapolin "verde"

O Chapolin Colorado, quem diria, quase foi verde. Bolaños criou o herói como "Chapolin Justiceiro" e queria que o uniforme dele fosse esverdeado. Entretanto, encontrou na emissora mexicana onde trabalhava tecidos de apenas quatro cores. Preto (muito fúnebre), branco (prejudicaria a iluminação), azul (impróprio para os "defeitos" especiais criados no chroma-key) e vermelho, que acabou sendo a opção escolhida.
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Chapolin substituiu piadas "incorretas"

Bolaños criou Chapolin após ter eliminado o programa "La Mesa Cuadrada", em que um professor, um médico e um bêbado tiravam sarro de temas da atualidade, com trocadilhos e piadas "politicamente incorretas", como os programas brasileiros "Casseta & Planeta" e "CQC". Uma brincadeira com o cineasta Emilio Fernández foi a gota d'água para o comediante, que diminuiu cada vez mais o tempo do humorístico e aumentou o de Chapolin.
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Pioneiro no exterior

"El Chapulín Colorado" foi um dos primeiros programas mexicanos exportados para o resto do mundo e abriu as portas para outros produtos locais, como as famosas telenovelas. O herói, ao lado de "Chaves", foi exibido em mais de 100 países e traduzido para mais de 50 idiomas. Ainda é transmitido em dezenas de países da América Latina, mas atualmente está fora do ar no Brasil.
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Rivalidade com heróis americanos

Patriota, Chapolin defende que seus protegidos não precisam de "heróis importados", em referência a Super-Homem e outros personagens norte-americanos. Por ser atrapalhado, entretanto, é zombado por quem o chama para pedir socorro. Ele já ouviu de uma vítima que teria sido melhor chamar Batman. Chapolin respondeu insinuando a sexualidade do "rival": "Em primeiro lugar, Batman não está porque está em lua de mel com Robin".
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Chapolin e a Guerra Fria

Bolaños costumava relembrar acontecimentos e personagens históricos em seus programas, como a queda de Napoleão Bonaparte, a história de Cleópatra e a Guerra de Secessão. Em um episódio inédito no Brasil, um soviético quer obrigar uma camponesa a se casar com ele. A moça chama por Chapolin, mas quem aparece é Super Sam (Ramón Valdés), sátira ao Tio Sam norte-americano. A disputa dos dois foi ao ar em 1973, em plena Guerra Fria.
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Ferimento real antecipou fim

Bolaños decidiu terminar com Chapolin em 1979 após se machucar de verdade em uma cena em que atrapalhava uma construção e cortou o supercílio ao tropeçar em uma parte do cenário. Nos episódios seguintes, usou um tapa-olho igual ao de um pirata para esconder os pontos no rosto. O comediante, na época com 50 anos, achou arriscado continuar interpretando o super-herói e decidiu encerrar o programa.
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Despedida? Nem tanto

Semanas após o acidente, Bolaños gravou o episódio de despedida de Chapolin, em que relembra momentos da série com os atores interpretando eles mesmos. No final, Bolaños, vestido de Chapolin, agradeceu à equipe técnica e todo o elenco, inclusive Carlos Villagrán e Ramón Valdés, que tinham deixado o programa. Apesar de ter anunciado o fim do personagem, Bolaños voltou a gravar em 1980, dentro do programa "Chespirito", até 1992.
Reprodução/SBT
Reprodução/SBT

Filho de Lois Lane?

Em um episódio de 1989, o herói revelou a origem de seu nome. "Chapolin" veio do padrinho, que estudava insetos (chapolin, como já foi dito, é um gafanhoto). "Colorado" é o sobrenome de seu pai. Já o sobrenome da mãe é, segundo Chapolin, Lane. Perguntado se era o mesmo de Lois, Chapolin deu a entender que era filho da namorada de Clark Kent, o Super-Homem.
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Em Marte antes de Matt Damon

Antes de Matt Damon viajar pelo espaço em "Perdido em Marte", Chapolin Colorado já tinha visitado o planeta vizinho em 1981, dentro do programa "Chespirito". Na história, o herói ajudou dois astronautas a se comunicarem com a Terra. No Brasil, o SBT transformou os dois episódios especiais em filme, "Aventuras em Marte", com raríssimas exibições.







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Google celebra os 45 anos de Chaves 







O Google está exibindo um logotipo especial que celebra o “45º Aniversário da transmissão de El Chavo del Ocho”, mais conhecido no Brasil como “Chaves”.

No doodle, os personagens Quico, Chiquinha e Chaves estão presentes e parecem ter saído de um dos episódios da divertida série de televisão.

Criado por Roberto Gómez Bolaños, o seriado Chaves estreou em 1971 e contava com poucos personagens. A história inicial se baseava em uma criança de oito anos que discutia com um vendedor de balões em um parque (interpretado por Ramón Valdez).

Com o sucesso da esquete, que fazia parte do programa “Chespirito”, Bolãnos então resolveu criar novos personagens para dar maior amplitude para as histórias. E não é preciso dizer que Chaves foi um sucesso, né?


FONTES: http://googlediscovery.com/2016/06/20/google-celebra-os-45-anos-do-chaves/