Temer na cadeia Aécio na cadeia

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Copiem e colem em seus perfis

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

TODOS QUE ENFRENTARAM O SISTEMA OU FORAM PRESOS OU FORAM ASSASSINADOS

TODOS QUE ENFRENTARAM O SISTEMA OU FORAM PRESOS OU FORAM ASSASSINADOS 

Só para constar aqui no início, o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva tirou 36 milhões de pessoas da miséria extrema no Brasil, só isso já basta para também condená-lo e prendê-lo ou assassiná-lo. Recebeu mais de 55 prêmios e honrarias após deixar o cargo da presidência da república. 


Dilma, por sua vez, sabemos que além de presa foi torturada por mais de 3 anos pelo general Ustra. E agora em 2016, quando presidente reeleita sofreu golpe civil encabeçado pelo seu próprio vice, Michel Temer e o partido PMDB e PSDB, partido do candidato derrotado Aécio Neves. 

Agora Temer vai começar a tão prevista privataria do PMDB imitando a privataria tucana.

Nelson Mandela: 

“(...) Mandela passou 27 anos na prisão - inicialmente em Robben Island e, mais tarde, nas prisões de Pollsmoor e Victor Verster. Depois de uma campanha internacional, ele foi libertado em 1990, quando recrudescia a guerra civil em seu país. Em dezembro de 2013, foi revelado pelo The New York Times que a CIA americana foi a força decisiva para a prisão de Mandela em 1962, quando agentes americanos foram empregados para auxiliar as forças de segurança da África do Sul e para localizá-lo.(...)

Denunciado como sendo um terrorista comunista por seus críticos ele acabou sendo aclamado internacionalmente por seu ativismo e recebeu mais de 250 prêmios e condecorações, incluindo o Nobel da Paz em 1993, Presidential Medal of Freedom dos Estados Unidos e a Ordem de Lenin da União Soviética.(...)” (https://pt.wikipedia.org/wiki/Nelson_Mandela / http://livredacaverna.blogspot.com.br/2016/03/todos-que-enfrentaram-o-sistema-ou.html / http://www.dw.com/pt/1964-nelson-mandela-condenado-%C3%A0-pris%C3%A3o-perp%C3%A9tua/a-859526

Pepe Mujica:

“ (...) Mujica teve importante papel no combate à ditadura civil-militar no Uruguai (1973-1985). Na guerrilha, coparticipou de assaltos, sequestros e do episódio conhecido como Tomada de Pando, ocorrido em 8 de outubro de 1969, quando os tupamaros tomaram a delegacia de polícia, o quartel do corpo de bombeiros, a central telefônica e vários bancos da cidade de Pando, situada a 32 quilômetros de Montevidéu.[6][7] Mujica passou 14 anos na prisão, de onde só saiu no final da ditadura, em 1985.(...) Nos anos 60 integrou-se ao Movimento de Libertação Nacional-Tupamaros, com quem participou de operações de guerrilha, enquanto trabalhava em sua chácara, até refugiar-se na clandestinidade. Durante o governo de Jorge Pacheco Areco, a violência aumentou. O Poder Executivo utilizou sistematicamente do princípio constitucional das Medidas Prontas de Segurança para fazer frente as guerrilhas, assim como a crescente oposição de sindicatos e grêmios frente a suas políticas econômicas.(...)

Nos enfrentamentos armados, foi ferido por seis tiros e preso quatro vezes, e em duas oportunidades, fugiu da prisão de Punta Carretas. No total, Mujica passou quase quinze anos de sua vida na prisão. Seu último período de detenção durou treze anos, entre 1972 e 1985. Foi um dos dirigentes tupamaros que a ditadura militar tomou como refém. Os reféns seriam executados caso sua organização retornasse às ações armadas. Nessa condição, pautada pelo isolamento e por duras condições de detenção, Mujica permaneceu onze anos. Entre os reféns também se encontravam Eleuterio Fernández Huidobro, ex-ministro de Defesa Nacional, e o líder e fundador do MLN-Tupamaros, Raúl Sendic, atual vice-presidente da República.

Após o retorno a democracia, foi libertado, beneficiado pela Lei n.º 15.737 de 8 de março de 1985, que decretou anistia aos delitos políticos cometidos a partir de 1 de janeiro de 1962.

Alguns anos após a abertura democrática, criou, junto a outras lideranças do MLN e outros partidos de esquerda, o Movimiento de Participación Popular (MPP), dentro da Frente Ampla. Nas eleições de 1994, foi eleito deputado por Montevidéu. Sua presença na arena política foi chamando a atenção das pessoas e, nas eleições de 1999, foi eleito senador. Nesse ano, foi publicado o livro Mujica, de Miguel Ángel Campodónico.(...) (https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Mujica

Martin Luther King Jr:

“. (Atlanta, 15 de janeiro de 1929 — Memphis, 4 de abril de 1968) foi um pastor protestante e ativista político estadunidense. Tornou-se um dos mais importantes líderes do movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos, e no mundo, com uma campanha de não violência e de amor ao próximo.

Como ministro Batista, King tornou-se um ativista dos direitos civis no início de sua carreira.[1] Ele liderou em 1955 o boicote aos ônibus de Montgomery e ajudou a fundar a Conferência da Liderança Cristã do Sul (SCLC), em 1957, servindo como seu primeiro presidente. Seus esforços levaram à Marcha sobre Washington de 1963, onde ele fez seu discurso "I Have a Dream".

Em 14 de outubro de 1964 King recebeu o Prêmio Nobel da Paz pelo combate à desigualdade racial através da não violência. Nos próximos anos que antecederam a sua morte, ele expandiu seu foco para incluir a pobreza e a Guerra do Vietnã, com um discurso de 1967 intitulado "Além do Vietnã".

King foi assassinado em 4 de abril de 1968, em Memphis, Tennessee. Ele recebeu postumamente a Medalha Presidencial da Liberdade em 1977 e Medalha de Ouro do Congresso em 2004; Dia de Martin Luther King, Jr. foi estabelecido como um feriado federal dos Estados Unidos em 1986. Centenas de ruas nos EUA também foram renomeadas em sua homenagem.(...) https://pt.wikipedia.org/wiki/Martin_Luther_King_Jr

Gandhi:

(...)  passaria um total de mais de seis anos como prisioneiro. Enquanto lendo em prisão Gandhi travou contato, por carta, com Leon Tolstoi, um de seus ídolos. O escritor russo com suas ideias libertárias influenciou o indiano e indicou a este a leitura de Henry David Thoreau. Gandhi descobriu então a Desobediência Civil. Também teve papel importante a obra do pensador anarquista Piotr Kropotkin.(...) 


O movimento de protesto para a conquista dos direitos indianos na África do Sul continuou crescendo; em um certo ponto foram presos 2.500 indianos dos 13.000 existentes na província, enquanto 6.000 tinham fugido de Transvaal. (...) Em novembro de 1913 Gandhi conduziu uma marcha com mais de duas mil pessoas. Gandhi foi preso e solto após pagar fiança. Logo após o prenderam novamente e o libertaram, e novamente foi preso depois de quatro dias de liberdade. Foi então condenado ao trabalho forçado durante três meses, mas as greves continuaram, envolvendo aproximadamente 50.000 operários e milhares de indianos foram escravizados na prisão. (...) 


Gandhi iniciou uma marcha de 124 milhas para o mar que duraria mais de vinte e quatro dias. Milhares tinham se juntado no começo, e vários milhares uniram-se durante a marcha.[1] Primeiro, Gandhi, e, então, outros, juntaram um pouco de água salgada na beira-mar em panelas, deixando-as ao sol para secar. Em Bombaim, o Congresso teve panelas no telhado; 60 000 pessoas juntaram-se ao movimento, e foram presas centenas delas. Em Karachi, onde 50 000 assistiram ao sal sendo feito, a multidão era tão espessa que impedia a polícia de efetuar alguma apreensão. As prisões estavam lotadas com pelo menos 60 000 transgressores. Incrivelmente, lá "não havia praticamente nenhuma violência por parte da população; as pessoas não queriam que Gandhi cancelasse o movimento."(...) 


Tagore declarou que a Europa tinha perdido a moral e o prestígio na Ásia. Logo, mais de 100 000 hindus estavam na prisão, incluindo quase todos os seus líderes.(...) https://pt.wikipedia.org/wiki/Mahatma_Gandhi

"A história se repete, mas a força deixa a história mal-contada" (Engenheiros do Hawaii)

Aroldo Historiador
21/09/2016

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